Novo Curso: LEM - Liberação Emocional Magnética


"Não é o cérebro que sente emoções, como não é o cérebro que pensa. Nunca dizemos “o meu cérebro sente” nem “o meu cérebro está a pensar”. Somos nós, na totalidade do ser, que sentimos e pensamos. Nós somos mais do que o nosso cérebro. Somos mais do que a nossa mente. Somos uma entidade integral, com uma personalidade multifacetada, onde os pensamentos, as memórias, os sentimentos e as emoções são provocados pelas experiências do viver e moldados pelas nossas relações com os outros". Nelson S Lima

A PARTIR DE 2016 INICIAREMOS MAIS UM CURSO NO ÂMBITO DO BEM ESTAR E INTEGRAÇÃO DA SAÚDE MENTE-CORPO. O EQUILÍBRIO ENTRE AS EMOÇÕES E O CORPO É DE EXTREMA IMPORTÂNCIA PARA ATINGIRMOS O ALÍVIO DE MUITOS PROBLEMAS QUE SURGEM FISICAMENTE. ESTE CURSO, QUE VEM COMO UM COMPLEMENTO A TERAPIA BIO-MAGNÉTICA BUSCA EXTRAIR DO INCONSCIENTE EMOÇÕES QUE, MUITAS VEZES, VEM DESDE O ÚTERO MATERNO OU ATÉ MESMO HERDADAS DE NOSSOS ANTEPASSADOS. O EQUILÍBRIO SEM DÚVIDA ENTRE CORPO E SENTIMENTOS É A BASE PARA SEGUIRMOS ADIANTE EM NOSSAS VIDAS DEIXANDO PARA TRÁS O QUE NÃO NOS PERTENCE.

A emoção por trás da doença

Tudo o que se vive envolve algum tipo de emoção. As doenças são situações que sempre disparam emoções e, muitas vezes, são antecedidas de emoções de tal significância que podem ser tidas como provocadoras da doença. Não se sabe em que nível as emoções participam da geração da enfermidade. Pode ser até que todas as doenças, que não as genéticas, tenham, na sua origem, emoções represadas ou mal solucionadas.

No estado atual dos conhecimentos e das possibilidades de investigação, não é possível garantir quando emoções tiveram papel ativo no desencadeamento de uma doença ou não. Entretanto, fatos circunstanciais levam a acreditar que efetivamente em certas situações estados emocionais específicos tiveram pelo menos uma estreita relação com a doença.

A ligação anatômica das emoções

As emoções podem ser a conexão entre a mente e o corpo, porque as substâncias químicas que controlam nosso corpo e nosso cérebro são as mesmas que participam das emoções, segundo a pesquisadora Candace Pert, descobridora de diversos mensageiros químicos conhecidos como neuropeptídios. As áreas do cérebro que controlam as emoções são especializadas – algumas para emoções positivas, como o nucleus accumbens, e outras para emoções negativas, como a amídala.

Dessas áreas, seguem fibras nervosas para o hipotálamo e para o tronco cerebral. Conforme a Dra. Esther Sternberg, diretora do Programa Integrativo Neuroimunológico do Instituto Nacional de Saúde Mental dos EUA, os centros emocionais estão ligados, acima, aos sinais que chegam do ambiente e, abaixo, aos centros motores, tornando-nos aptos a responder aos sinais conforme o estímulo do momento. Dessa maneira, as emoções interferem no funcionamento do organismo.

Quando a boca cala…. o corpo fala!! AMAR pode CURAR

  • O resfriado escorre quando o corpo não chora.

  • A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.

  • O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.

  • O diabetes invade quando a solidão dói.

  • O corpo engorda quando a insatisfação aperta.

  • A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.

  • O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.

  • A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.

  • As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.

  • O peito aperta quando o orgulho escraviza.

  • A pressão sobe quando o medo aprisiona.

  • As neuroses paralisam quando a criança interna tiraniza.

  • A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

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